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segunda-feira, 13 de julho de 2026

Morre ex-prefeito de Campo Grande preso suspeito de matar servidor em MS

A causa da morte ainda não foi divulgada. O homem estava preso há mais de três meses no presídio militar e a Polícia Militar foi procurada para comentar o caso, mas ainda não se manifestou.

© iStock

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Morreu nesta segunda-feira (13/07) o ex-prefeito de Campo Grande Alcides Bernal, que estava preso suspeito de matar o servidor público Roberto Carlos Mazzini, 61.

Bernal morreu às 0h35 no Hospital Santa Casa da capital do Mato Grosso do Sul. A informação foi confirmada ao UOL pela própria instituição nesta manhã.

A causa da morte ainda não foi divulgada. O homem estava preso há mais de três meses no presídio militar e a Polícia Militar foi procurada para comentar o caso, mas ainda não se manifestou.

Bernal atirou contra Mazzini e se entregou à polícia em seguida no mês de março. O crime aconteceu em uma residência na rua Antônio Maria Coelho, no bairro Jardim dos Estados, em Campo Grande.

A vítima, que era auditor fiscal do estado, foi atingida por dois tiros. Ela recebeu os primeiros socorros do Corpo de Bombeiros, mas teve a morte constatada ainda no local do crime após 25 minutos de tentativas de ressuscitação.

O incidente ocorreu após uma disputa por imóvel. Mazzini estava acompanhado de um chaveiro e foi até o imóvel para tomar posse dele no dia de seu assassinato. Ele teria comprado a casa do ex-prefeito em um leilão, segundo as informações preliminares da Polícia Civil.

Vítima estava com uma notificação extrajudicial de desocupação quando foi até o imóvel. O documento foi apreendido pela polícia, que periciou o local do crime e afirmou, em nota, que "apresentará o resultado no final das investigações".

Ex-prefeito foi preso em flagrante por homicídio qualificado. Defesa alegou que ele agiu em legítima defesa após imóvel ser invadido. "Ele foi alertado pela empresa de segurança e foi até a residência porque a porta estava sendo arrombada. A legítima defesa é o argumento mais forte", disse o advogado Wilton Acosta, ao sair da delegacia.

Fonte: Folhapress
Blog Sertão News, 13/07/26

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